Observatório Ambiental

Pântano Land & Carbon

Bacia Hidrográfica do Rio Pântano, MS

Plataforma de divulgação científica e cartográfica sobre uso da terra, paisagem e carbono na Bacia Hidrográfica do Rio Pântano

Esta plataforma apresenta os principais resultados do projeto desenvolvido na Bacia Hidrográfica do Rio Pântano (1.349 km²), localizada na porção leste de Mato Grosso do Sul, bioma Cerrado. O projeto integra modelagem preditiva de uso e cobertura da terra (CA-Markov), estimativa de serviços ecossistêmicos de carbono (InVEST), análise de fragilidade ambiental, estimativa de perdas de solo (RUSLE) e zoneamento ambiental dinâmico para os anos de 1984 a 2050.

1.349
km² de área da bacia
6
períodos analisados
7
temas mapeados
2050
horizonte de simulação

Explore o Projeto

Acesse diretamente as principais seções da plataforma.

Financiamento e Apoio Institucional

Sobre o Projeto

Contexto, objetivos e abordagem da pesquisa

O projeto reúne, organiza e divulga informações geográficas, ambientais e cartográficas produzidas para a Bacia Hidrográfica do Rio Pântano, localizada na porção leste de Mato Grosso do Sul, no bioma Cerrado. A plataforma foi desenvolvida como um espaço de integração dos principais produtos gerados ao longo das pesquisas realizadas na bacia, incluindo mapas, registros de campo, publicações científicas e sínteses interpretativas.

A Bacia do Rio Pântano passou por transformações expressivas nas últimas décadas, marcadas pela substituição de áreas de vegetação nativa por pastagens e, mais recentemente, pela expansão de plantios de eucalipto. Essas mudanças alteram a organização da paisagem e influenciam processos ambientais relacionados ao uso e cobertura da terra, à fragilidade ambiental, às perdas de solo, ao zoneamento territorial e aos serviços ecossistêmicos.

Nesse contexto, o carbono é tratado como um eixo de integração entre a dinâmica da paisagem e o planejamento ambiental da bacia. Embora a plataforma reúna diferentes frentes de análise, a relação entre uso da terra, cobertura vegetal, cenários futuros e serviços ecossistêmicos associados ao carbono constitui um dos elementos centrais para interpretar as transformações ambientais da BHRP.

Eixos de análise

Organizar e disponibilizar produtos cartográficos e ambientais produzidos para a Bacia Hidrográfica do Rio Pântano.

Analisar a dinâmica do uso e cobertura da terra e suas transformações ao longo do tempo.

Representar espacialmente temas relacionados à fragilidade ambiental, perdas de solo, risco de incêndio, legislação ambiental e zoneamento.

Relacionar as mudanças na paisagem aos serviços ecossistêmicos, com destaque para os estoques e o sequestro de carbono.

Disponibilizar mapas interativos, registros fotográficos e publicações associadas às pesquisas desenvolvidas na bacia.

Carbono e cenários ambientais

A abordagem relacionada ao carbono busca interpretar como diferentes padrões de uso e cobertura da terra podem influenciar os serviços ecossistêmicos da bacia. Para isso, a plataforma contempla produtos e cenários que permitem observar a relação entre vegetação nativa, pastagens, silvicultura, conservação ambiental e possíveis trajetórias futuras da paisagem.

Tendência atual: continuidade das transformações recentes da paisagem
Cenário conservacionista associado à legislação ambiental

Financiamento e Instituições

O projeto conta com financiamento do CNPq, da FUNDECT e da CAPES. Está vinculado à Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campus de Três Lagoas, com participação de pesquisadores e colaboradores associados a diferentes instituições de ensino e pesquisa.

Área de Estudo

Caracterização da Bacia Hidrográfica do Rio Pântano

Localização e Caracterização

A Bacia Hidrográfica do Rio Pântano (BHRP), com aproximadamente 1.349 km², está localizada no leste do estado de Mato Grosso do Sul, inserida no bioma Cerrado. O Rio Pântano é afluente do Rio Paraná e possui seu ponto exutório no reservatório da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira.

Dentro de seus limites físicos, a bacia abrange dois assentamentos de reforma agrária: o Assentamento São Joaquim, com 35,1 km², e o Assentamento Alecrim, com 15 km². Essa condição reforça a importância da BHRP como unidade de análise para estudos voltados ao planejamento ambiental, ao uso da terra e à gestão integrada da paisagem.

A área apresenta substrato rochoso associado ao Cretáceo, com destaque para as formações Santo Anastácio e Vale do Rio do Peixe, além de unidades quaternárias relacionadas a terraços pleistocênicos e holocênicos. Entre os solos mapeados na bacia, predominam os Latossolos Vermelhos, acompanhados por Argissolos Vermelhos, Argissolos Vermelho-Amarelos e Planossolos.

A BHRP passou por intensas transformações no uso e cobertura da terra nas últimas décadas, inicialmente com a supressão da vegetação natural e expansão das áreas de pastagem entre 1984 e 2007, seguida pela conversão de áreas de pastagem em plantios de eucalipto a partir de 2007. Essas mudanças tornam a bacia uma área relevante para análises de fragilidade ambiental, perdas de solo, zoneamento ambiental dinâmico e serviços ecossistêmicos relacionados ao carbono.

Características Físicas

Precipitação

Média anual de 1.339,12 mm, com concentração das chuvas entre dezembro e março.

Solos

Predomínio de Latossolos Vermelhos, com ocorrência de Argissolos e Planossolos.

Geologia

Formações Santo Anastácio e Vale do Rio do Peixe, além de terraços pleistocênicos e holocênicos.

Drenagem

Afluente do Rio Paraná, com exutório no reservatório de Ilha Solteira e rede de drenagem até a 5ª ordem.

Mapa de localização da Bacia Hidrográfica do Rio Pântano

Municípios Abrangidos

Selvíria Inocência Aparecida do Taboado
Área total
1.349 km²
Bioma
Cerrado
Exutório
Reserv. Ilha Solteira
Bacia maior
Rio Paraná
Assentamentos
São Joaquim e Alecrim
Drenagem
Afluente do Rio Paraná

Resultados

Síntese dos produtos ambientais e cartográficos do projeto

Os produtos reunidos nesta plataforma sintetizam diferentes frentes de análise desenvolvidas para a Bacia Hidrográfica do Rio Pântano. Em conjunto, os mapeamentos, indicadores e modelagens permitem compreender a dinâmica de transformação da paisagem, especialmente a substituição da vegetação nativa por pastagens entre 1984 e 2007, a expansão posterior da silvicultura de eucalipto e suas relações com fragilidade ambiental, perdas de solo, zoneamento territorial e serviços ecossistêmicos associados ao carbono.

Uso e cobertura da terra

Os mapeamentos de uso e cobertura da terra permitem acompanhar as mudanças na paisagem da bacia entre 1984, 2007, 2013, 2020 e os cenários simulados para 2030 e 2050.

Carbono e serviços ecossistêmicos

Os produtos de carbono buscam relacionar as mudanças no uso e cobertura da terra com estoques, sequestro e possíveis trajetórias ambientais em diferentes cenários de paisagem.

Fragilidade ambiental

As análises de fragilidade ambiental permitem identificar áreas com diferentes níveis de suscetibilidade, considerando a interação entre características físicas da bacia e os padrões de uso da terra.

Perdas de solo

Os produtos associados à RUSLE e ao SDR/InVEST contribuem para a avaliação espacial das perdas de solo e da exportação de sedimentos na bacia.

Risco de incêndio

O mapeamento de risco de incêndio compõe o conjunto de produtos ambientais voltados à identificação de áreas mais sensíveis e à gestão territorial da bacia.

Zoneamento ambiental

O zoneamento ambiental integra diferentes variáveis e cenários para apoiar a interpretação das potencialidades, restrições e transformações futuras da BHRP.

Comparação Temporal

Selecione dois anos e arraste o controle para comparar as mudanças na paisagem da bacia.

LULC 1984
1984
LULC 2020
2020

Dinâmica Pastagem-Eucalipto (1984-2050)

Zoneamento Ambiental: 2020, 2030 e 2050

Perdas de Solo e Exportação de Sedimentos

Serviços Ecossistêmicos

Estoque e Sequestro
de Carbono

Quatro décadas de transformação na paisagem e seus efeitos sobre os reservatórios de carbono na Bacia do Rio Pântano.

9,58M
Mg C em 1984
8,78M
Mg C em 2007 (mín.)
10,52M
Mg C em 2050 (proj.)
Linha do tempo

A História do Carbono na Bacia

Da perda massiva à recuperação progressiva: como as mudanças no uso da terra transformaram o estoque de carbono.

1984 → 2007
-780.395
Mg C perdidos

A conversão massiva de vegetação nativa em pastagem reduziu o estoque de carbono em 8,3%. A pastagem expandiu de 46% para 75% da bacia, consumindo áreas de Cerrado com alto potencial de armazenamento de carbono.

2007 → 2020
+1.262.711
Mg C recuperados

A expansão da silvicultura sobre áreas de pastagem promoveu recuperação expressiva. O eucalipto, com maior capacidade de fixação de carbono por área, compensou parcialmente as perdas do período anterior.

2020 → 2050
+481.220
Mg C projetados

A projeção indica estabilização do estoque próximo a 10,5 milhões Mg C. A tendência de avanço da silvicultura mantém o balanço positivo, embora com taxa de crescimento decrescente entre 2030 e 2050.

Evolução do Estoque Total de Carbono

De 9,58 milhões Mg C em 1984 para 10,52 milhões em 2050: a trajetória de perda e recuperação.

Estoque por Classe de Uso

A composição do estoque de carbono revela as forças que moldaram a paisagem.

Veg Nativa
4,31M → 0,86M
Silvicultura
0 → 5,10M
Pastagem
3,98M → 3,20M
Veg Ciliar
1,28M → 1,26M

Balanço de Sequestro por Período

Valores positivos indicam ganho (sequestro) e negativos indicam perda de carbono por classe.

Análise

Principais Achados

Maior perda

Pastagem (1984-2007)

A expansão da pastagem de 46% para 75% da bacia gerou perda de 794.228 Mg C, representando o principal vetor de emissão no período analisado.

Maior ganho

Silvicultura (2007-2013)

A conversão de pastagem em eucalipto promoveu sequestro de 805.609 Mg C em apenas 6 anos, demonstrando o potencial da silvicultura como sumidouro de carbono.

Estabilidade

Vegetação ciliar

O estoque de carbono na vegetação ciliar manteve-se relativamente estável ao longo de todo o período (1,28M a 1,26M Mg C), reforçando a importância das APPs na manutenção de serviços ecossistêmicos.

Carbon Pools por Classe Reclassificada

Valores em Mg C/ha utilizados como entrada no modelo InVEST (IPCC, 2006; MCTI, 2015; dados de campo).

Cód.ClasseC aboveC belowC soilC deadTotal
1Água00000
2Solo exposto00000
3Formação Savânica/Florestal292331083
4Silvicultura611224198
5Pastagem716301164
6Vegetação Ciliar26742176
7Agricultura8139048

Fontes: IPCC (2006), MCTI (2015), dados de campo. Classes reclassificadas para o modelo InVEST.

Estoque de Carbono por Classe e Período

Valores totais em Mg C por classe reclassificada para cada período analisado.

Classe198420072013202020302050
Form. Savânica4.313.051916.636883.716865.990858.706859.356
Silvicultura38.4732.361.9173.760.6105.100.5535.100.068
Pastagem3.979.5326.481.1064.943.4974.030.9123.196.3623.195.256
Veg Ciliar1.283.3281.267.7121.247.1171.267.5001.258.4441.258.129
Agricultura76.356121.465117.984110.799111.404
Total9.575.9118.780.2839.557.71210.042.99410.524.86510.524.214

Classes Água e Solo exposto omitidas (estoque = 0). Silvicultura e Agricultura ausentes em 1984.

Sequestro de Carbono por Classe e Período

Valores totais em Mg C por classe reclassificada para cada intervalo analisado.

Classe1984–20072007–20132013–20202020–20302030–2050
Água-15.173-11.056-8.873-1.011-7.165
Solo exposto-60-2.095-12.667-61-876
Form. Savânica27.99616.74111.048-2.391294
Silvicultura6.875805.609547.913475.484103.761
Pastagem-794.228-44.038-87.932-10.005-100.703
Veg Ciliar18.00829.44539.44118.9795.407
Agricultura-39.045-17.176-3.320-304-1.367
Total-795.628777.429485.610480.691-651

Valores positivos indicam ganho/sequestro de carbono; valores negativos indicam perda de carbono no intervalo analisado.

Metodologia

Modelo InVEST

A estimativa do estoque e sequestro de carbono foi realizada por meio do modelo InVEST (Integrated Valuation of Ecosystem Services and Tradeoffs), que quantifica o carbono armazenado na paisagem a partir de quatro reservatórios: biomassa acima do solo, biomassa abaixo do solo, carbono orgânico do solo e matéria orgânica morta.

Os dados de armazenamento foram obtidos a partir do IPCC (2006), MCTI-Brasil (2015), revisão de literatura e trabalhos de campo, incluindo estimativas por índices espectrais via VANT e determinação laboratorial de carbono orgânico do solo com interpolação por krigagem.

Biomassa acima
C above
Biomassa abaixo
C below
Orgânico do solo
C soil
Matéria morta
C dead

Publicações

Produção científica derivada do projeto

PublicadoArtigo2025

Analysis of seasonal environmental fragility using the normalized difference vegetation index (NDVI) and soil loss estimation in the Urutu watershed, Brazil

Oliveira, V. F. R.; Vick, E. P.; Bacani, V. M.

Natural Hazards, 121, 10017–10041

DOI
PublicadoArtigo2018

Análise paramétrica da bacia hidrográfica do Rio Pântano – MS

Vick, E. P.; Silva, L. C. N.; Bacani, V. M.

Revista Eletrônica da Associação dos Geógrafos Brasileiros Seção Três Lagoas, 26, 87–100

Link
PublicadoTese2023

Análise da fragilidade ambiental sazonal integrando a equação revisada de perda de solos e a qualidade das águas superficiais

Oliveira, V. F. R.

Repositório UFMS

Link
PublicadoIC2024

Avaliação do desempenho de classificadores no mapeamento de uso e cobertura da terra na bacia hidrográfica do Rio Pântano, MS, utilizando computação em nuvem na plataforma Google Earth Engine (GEE)

Oliveira, L. M.; Bacani, V. M.

Integra UFMS - Anais 2024, 420

Link
PublicadoIC2020

Avaliação dos efeitos da introdução do eucalipto na vulnerabilidade ambiental da bacia hidrográfica do Rio Pântano, MS

Silva, B. H. M.; Bacani, V. M.

INTEGRA UFMS - Anais 2020, 199

Link
PublicadoIC2023

Avaliação da distribuição espacial do sequestro de carbono na bacia hidrográfica do Rio Pântano

Reis, M. L. L. F.; Silva, B. H. M.; Sato, A. A. S. A.; Sampaio, B. D. S.; Bacani, V. M.; Costa, L. O.; Vick, E. P.

Integra UFMS - Anais 2023, 372

Link
PublicadoArtigo2021

Avaliação da fragilidade ambiental como subsídio para gestão ambiental na bacia hidrográfica do Ribeirão do Beltrão - MS

Vick, E. P.; Silva, E. R. S.; Bacani, V. M.; Lima, C. G. R.; Peluco, A. A.; Gradella, F. S.; Decco, H. F.; Oliveira, V. F. R.; Neto, M. F.; Brito, R. M.

Geo UERJ, Rio de Janeiro, 39, e44364

DOI
Não publicadoIC2021

Avaliação do risco de incêndio florestal na bacia hidrográfica do Rio Pântano, MS

Sato, A. A. S. A.; Bacani, V. M.

INTEGRA UFMS - Anais 2021 (não publicado)

Sem link
PublicadoIC2019

Cartografia da legislação ambiental da bacia hidrográfica do Rio Pântano, MS

Sato, A. A. S. A.; Bacani, V. M.

INTEGRA UFMS - Anais 2019, 39

Link
PublicadoArtigo2024

Dynamic environmental zoning using the CA-Markov model and multicriteria analysis in a Brazilian Cerrado Watershed

Vick, E. P.; Silva, B. H. M.; Sato, A. A. S. A.; Oliveira, V. F. R.; Cunha, E. R.; Lima, C. G. R.; Bacani, V. M.

Ecological Indicators, v. 167, 112598

DOI
PublicadoIC2021

Geoprocessamento aplicado ao zoneamento ambiental da bacia hidrográfica do Rio Pântano, MS

Silva, B. H. M.; Bacani, V. M.

INTEGRA UFMS - Anais 2021, 112

Link
PublicadoArtigo2019

Prediction of the future scenario of the expansion of areas of forestry into the Brazilian Cerrado using a cellular automata Markov chain model

Vick, E. P.; Bacani, V. M.

Mercator, v. 18, e18026

DOI
PublicadoIC2020

Sensoriamento remoto aplicado à cartografia geomorfológica da bacia hidrográfica do Rio Pântano, MS

Sato, A. A. S. A.; Bacani, V. M.

INTEGRA UFMS - Anais 2020, 158

Link
PublicadoArtigo2024

Sensoriamento Remoto Aplicado ao Mapeamento Geomorfológico da Bacia Hidrográfica do Rio Pântano, MS

Sato, A. A. S. A.; Vick, E. P.; Silva, B. H. M.; Oliveira, V. F. R.; Silva, V. R.; Bacani, V. M.

Revista Brasileira de Geografia Física, 17(4), 2892–2910

DOI
PublicadoArtigo2024

Seasonal analysis of aquatic water quality in a forestry area, MS, Brazil

Oliveira, V. F. R.; Pinto, A. L.; Lima, C. G. R.; Pinheiro, J. H. P. A.; Bacani, V. M.

Mercator, Fortaleza, 23, e23014

DOI
PublicadoTese2023

Zoneamento ambiental dinâmico para bacia hidrográfica

Vick, E. P.

Repositório UFMS

Link

Galeria de Campo

Registros fotográficos dos trabalhos de campo

Participantes

Equipe envolvida no projeto

VB

Prof. Dr. Vitor Matheus Bacani

UFMS, Campus Três Lagoas

Coordenador

Coordenação científica, modelagem e carbono

AS

Ma. Amanda Ayumi de Souza Amede Sato

UFMS

Pesquisadora

Cartografia ambiental, geomorfologia e carbono

BS

Me. Bruno Henrique Machado da Silva

UFMS

Pesquisador

Vulnerabilidade ambiental, classificação de UCT e carbono

CL

Prof. Dr. César Gustavo da Rocha Lima

UNESP, Ilha Solteira

Pesquisador

Solos

EV

Dr. Erivelton Pereira Vick

UFMS

Pesquisador

Modelagem, zoneamento ambiental e fragilidade ambiental

HA

Higor Antônio Bonifácio Adono

UFMS

Pesquisador

Análise ambiental

LO

Leandro Marcello de Oliveira

UFMS

Pesquisador

Classificação de UCT

MA

Maria Aparecida dos Santos Alves

UFMS

Pesquisadora

Análise ambiental

MR

Mateus Luiz Leite Fleury dos Reis

UFMS

Pesquisador

Carbono

VO

Prof. Dr. Vincler Fernandes Ribeiro de Oliveira

UFMS

Pesquisador

Qualidade da água e fragilidade ambiental

BS

Profa. Dra. Bruna Dienifer Souza Sampaio

UFMS

Colaboradora

Análise ambiental

CF

Dr. Cesar Cardoso Ferreira

UFMS

Colaborador

Análise ambiental

CV

Dra. Clémence Vannier

University of Canterbury, NZ

Colaboradora

Modelagem

EB

Prof. Dr. Edwaldo Henrique Bazana Barbosa

UFMS

Colaborador

Análise ambiental

EC

Dr. Elias Rodrigues da Cunha

UFMS, Campus Aquidauana

Colaborador

Modelagem

HD

Dr. Hermiliano Felipe Decco

UFMS

Colaborador

Análise ambiental

HQ

Prof. Dr. Hervé Quenol

Rennes 2, FR

Colaborador

Análise ambiental

JF

Me. João Otavio Firigato

UFMS

Colaborador

Análise ambiental

LP

Ma. Larissa do Carmo Pires

UFMS

Colaboradora

Análise ambiental

PG

Profa. Dra. Patricia Helena Mirandola Garcia

UFMS

Colaboradora

Análise ambiental